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Segunda, 11 de Dezembro de 2017
A escolha certa

Residência Médica

26 SET 201707h59
Contabilidade

Os últimos anos da faculdade de Medicina, para a maioria dos estudantes, são essenciais para a escolha da especialidade. É quase inevitável que as dúvidas de qual área seguir surjam. Embora não seja obrigatória, sem a especialização, o médico só poderá atuar como clínico geral. Por isso, muitos estudantes em final de curso quebram a cabeça para encontrarem uma especialidade médica.

Além das dúvidas de qual especialidade escolher, também surgem dúvidas sobre as pós-graduações oferecidas por instituições de ensino. Esses cursos, embora registrados pelo MEC, seus certificados não permitem o uso da titulação de especialista – para isso, é necessária a realização da prova da sociedade de especialidade (que deve ser filiada à AMB) correspondente à área pretendida. Se aprovado, o médico pode registrar o título de especialista no CFM, assim como acontece no caso da residência médica.

Atualmente, são 54 especialidades médicas devidamente reconhecidas no país pela Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).

Alguns fatores devem ser levados em conta na hora da escolha da residência médica. O diretor de finanças do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul, Leandro Tortoza Rodrigues de Farias, destaca alguns cuidados a serem tomados:

Certificar-se de que o programa de residência médica é credenciado pelo MEC, visitar a estrutura para verificar se o local é adequado e oferece condições apropriadas para o aprendizado e analisar se o preceptor está sempre ao lado médico residente, oferecendo uma orientação segura para aprimorar habilidades técnicas e treinar seus conhecimentos.

No Mato Grosso do Sul os locais que possuem programas de residência médica são: Campo Grande: Hospital Regional, Hospital São Julião, Hospital Santa Casa, Hospital Universitário, Hospital do Câncer, Associação de Amparo à Maternidade e à infância e Hospital do Coração.

Dourados: Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), são 58.077 vagas disponíveis em todo o território nacional.

Em 2016 a bolsa de residência médica teve um reajuste e subiu 11,9%, passando de R$ 2.976,26 para R$ 3.330,43.

A residência médica é sem dúvida um trabalho árduo e de muita dedicação, mas que, com certeza, os fará colher excelentes frutos.

Especialistas em educação e medicina da Universidade de Virgínia elaboraram um teste vocacional para médicos e acadêmicos que ainda não escolheram que área seguir: 

https://www.med-ed.virginia.edu/specialties/

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