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sábado, 04 de julho de 2020

NOTA OFICIAL

29 ABR 201110h57
Avanços começam a surgir após mobilização nacional dos médicos contra planos de saúde

A Federação Nacional dos Médicos comunica a todos os médicos brasileiros que, devido ao movimento nacional do dia 7 de abril que suspendeu o atendimento aos usuários de planos de saúde em todo o país, as pautas reivindicadas pelas entidades médicas junto às operadoras de planos de saúde promoveu avanços nos segmentos governamentais.

Em reuniões com a Secretaria de Direito Econômico (SDE) e com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a diretoria da FENAM entende que houve um entendimento em relação à possibilidade de se instituir contratos coletivos entre médicos e operadoras de planos de saúde, obedecendo determinados parâmetros.

O movimento médico defende que esses critérios contemplem um contrato de abrangência nacional, que respeite as peculiaridades de cada região, com a flexibilidade para fazer negociações locais. Outro aspecto defendido é a necessidade de se definir critérios de contratação e de descredenciamento dos planos de saúde e que o contrato preveja reajustes de honorários com intervalos definidos de, no máximo, um ano.

A FENAM também defende que as negociações de valores e percentuais de reajuste fiquem por conta das entidades médicas e com a responsabilidade maior dos sindicatos, que têm a competência legal para esse tipo de entendimento..

A Federação Nacional dos Médicos, em nome do seu presidente, Cid Carvalhaes, aproveita a oportunidade para agradecer a todos os médicos que participaram e contribuíram de forma tão significativa para o sucesso do movimento do dia 7 de abril. Tal mobilização representa um sustentáculo para fortalecer a unidade médica e aproxima as reivindicações e os propósitos das entidades médicas na busca de melhorias e condições dignas de tratamento aos médicos que prestam serviço às operadoras de saúde.


Brasília, 28 de abril de 2011


Cid Carvalhaes
Presidente da FENAM
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