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terça, 07 de julho de 2020

Dourados elege três delegados sindicais para representar o SinMed-MS

15 JUL 2011Por: Fábio Sarzi / Abaetê Comunicação21h44
Advogada Noely Woitschach, Pres. AMGD Antônio Pedro Bitencourt, Pres. SinMed-MS Marco LeiteAdvogada Noely Woitschach, Pres. AMGD Antônio Pedro Bitencourt, Pres. SinMed-MS Marco Leite / Fábio Sarzi
Durante assembleia realizada ontem, (14), na Associação Médica da Grande Dourados, foram eleitos delegados regionais por aclamação: Otávio Teixeira Marcondes, Jorge Luiz Baldasso e Rafael Simionato. O presidente da AMGD, Antônio Pedro Bitencourt, anunciou os nomes e os declarou aprovados por vontade da maioria.

O presidente do SinMed-MS, Marco Antônio Leite, e a diretora administrativa, Luzia Santana, estiveram presentes no local, acompanhados da assessora jurídica, Noely Gonçalves Vieira Woitschach, que esclareceu algumas dúvidas apresentadas pelos profissionais médicos. Marco iniciou sua fala explicando que a cidade de Dourados terá mais atenção por parte da entidade, que vai dar todo o suporte necessário para solucionar problemas e atender os interesses da classe. “Estaremos mais presentes com vocês para apoiar e contribuir no que for preciso para o fortalecimento da categoria. Por isso, estamos articulando a criação de uma delegacia com núcleo de atendimento jurídico para a região”, disse Marco.

Além da nomeação dos delegados, foi abordada a pauta referente aos profissionais concursados no Hospital Universitário de Dourados. O maior questionamento se deu a respeito de carga horária e salários. As perguntas foram respondidas pela advogada do sindicato, que explicou e aconselhou possíveis procedimentos para a situação.

Para contribuir na luta pelos interesses dos médicos, o delegado nomeado, Jorge Luiz Baldasso, falou que vai continuar os trabalhos que vem fazendo há anos em benefício da classe. Ele criticou o setor público e o responsabilizou pelos problemas da saúde no país. “A situação médica não muda por falta de interesse do setor público. Cobra-se eficiência, ética e capacitação, mas esquecem de pagar salários justos”. Ele acrescenta ainda: “a saúde pública está no fundo do poço, e quem mais sofre com isso é a população”.
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