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sábado, 06 de junho de 2020

SinMed-MS vai a Ponta Porã pedir mais segurança para os médicos

27 SET 2011Por: Fábio Sarzi / Abaetê Comunicação18h52
Pres.AMPP, Patrick Derzi, Pres. SinMed-MS, Marco Leite, Vice-pres. SinMed-MS, Valdir SiromaPres.AMPP, Patrick Derzi, Pres. SinMed-MS, Marco Leite, Vice-pres. SinMed-MS, Valdir Siroma / Simoni Sugui
O presidente do sindicato, Marco Antônio Leite, acompanhado do vice-presidente, Valdir Shigueiro Siroma, da diretora Administrativa, Luzia Santana, do diretor de Relações Sindicais, João Batista Botelho de Medeiros, e da equipe de assessores da entidade, foi a Ponta Porã, na última quinta-feira (22), para avaliar como está a situação dos profissionais nas redes públicas de atendimento. A reclamação da categoria é que não há segurança nos hospitais e as autoridades não tomam providências para resolver o problema. 
 
Segundo o presidente da Associação Médica de Ponta Porã, Patrick Derzi, já foi encaminhado um ofício para a prefeitura e para a secretaria de Saúde do Município, informando as péssimas condições de trabalho e segurança que os profissionais têm enfrentado, mas não deram nenhuma resposta até o momento.  Os médicos reclamam também da falta de vínculo dos profissionais com os contratantes. A categoria relatou que a prestação de serviço médica é feita sem nenhum tipo de contrato, ou seja, os profissionais são chamados para trabalhar, desenvolvem suas funções e especialidades, mas não estão vinculados legalmente nos moldes que a lei exige.
 
Para o presidente do SinMed-MS, Marco leite, é um absurdo o que tem acontecido em Ponta Porã, e a situação em que os profissionais se encontram hoje, precisa ser revertida o mais rápido possível. “É inconcebível em qualquer tipo de trabalho atuar sem carteira assinada ou um contrato formal que respalde o trabalhador a todos os direitos devidos. Isso na profissão médica é um absurdo ainda maior, porque esta falta de respeito faz agravar ainda mais os problemas da saúde pública. Pois, o médico acaba procurando um lugar onde possa trabalhar com maior estabilidade, e assim a rede pública fica cada vez mais sem profissionais”, esclarece.
 
Ele acrescenta também que o sindicato vai oferecer todo o suporte necessário para que as providências sejam tomadas o mais rápido possível. “Vamos fazer o que for preciso para apoiar nossas colegas, não vamos aceitar sermos desrespeitados e ignorados, queremos providencias imediatas”, diz o presidente.
 
Reunião
 
O encontro dos diretores do sindicato com os médicos aconteceu na cidade de Ponta Porã. Para Marco Leite a conversa foi extremamente positiva e vai ajudar a estreitar o relacionamento com a categoria que atua no interior. “Conseguimos filiar mais 15 médicos dos 25 que estavam presentes. Isso mostra que eles sabem a importância de fazer parte de uma entidade de classe atuante e que luta pelo direito da categoria”, finaliza.
 
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