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sexta, 05 de junho de 2020

SinMed-MS viaja pelo interior para fortalecer ações em prol da categoria

11 DEZ 2011Por: Fabio Sarzi / Abaetê Comunicação20h04
Para saber como estão as condições de trabalho dos médicos das cidades do interior, a diretoria do SinMed-MS se reuniu com os colegas de: Dourados, Ponta Porã, Três Lagoas, Paranaíba e São Gabriel nos últimos meses e ouviu as queixas dos profissionais que atuam pelo sistema público e particular. A falta de médicos e a precariedade das condições de trabalho foram as principais reclamações da categoria.

Ao avaliar a situação das cidades visitadas, o presidente do SinMed-MS, Marco Antônio Leite, diz que o descaso das autoridades competentes gera um efeito dominó, deixando profissionais e a população insatisfeita. “Se houvesse melhor gestão do dinheiro público haveria mais médicos trabalhando, profissionais mais satisfeitos, maior qualidade no atendimento e consequentemente sociedade melhor assistida, mas infelizmente a realidade é muito diferente disso”, relata.

Ele explica que a entidade tem lutado de forma incansável para resgatar a valorização e o respeito devido ao médico. “Temos nos organizado de forma incessante para protestar por melhores condições de trabalho, salários dignos e respeito ao profissional e à população, e não vamos parar até atingirmos o resultado esperado. Por isso, vamos apoiar nossos colegas que atuam no interior do Estado e geograficamente estão distantes de nós, mas mantém próximas as convicções ideológicas e vontade de mudar o cenário atual da saúde”, esclarece.

Marco acrescenta também que a assessoria jurídica do sindicato está respaldada por advogados competentes e dispostos a defender até o fim o direito do médico. “Vamos tomar as providências necessárias para não acontecer absurdos como no caso de Ponta Porã, em que os médicos trabalham sem qualquer tipo de vínculo empregatício. Isso não pode acontecer, a categoria vai lutar para que esta situação seja revertida e que outras ações que prejudiquem os médicos não continuem acontecendo”, finaliza Marco.
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